Acessibilidade exige planejamento e compromisso ético dos profissionais

Garantir que todas as pessoas possam circular com segurança, autonomia e dignidade exige mais do que legislação e tecnologia: depende de planejamento urbano, consciência e compromisso dos profissionais. O tema foi debatido na 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), em Aracaju (SE), com relatos de experiências pessoais e propostas para ampliar a acessibilidade nos espaços públicos. Debate na 81ª Soea reúne representantes da gestão pública e da sociedade civil para discutir caminhos que ampliem a acessibilidade e a participação das pessoas com deficiência. Presidente Kita Xavier foi moderador no painel. Segundo o Censo Demográfico 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o equivalente a 7,3% da população com dois anos ou mais de idade. O debate destacou o desenho universal, a eliminação de barreiras físicas e comunicacionais, a inclusão digital e a articulação entre poder público, profissionais e sociedade para transformar direitos em soluções concretas. Kita Xavier, presidente do Crea-SC e moderador do encontro, abriu a discussão com uma reflexão sobre como as cidades são construídas e a importância de colocar as pessoas no centro dos projetos. “Acessibilidade não é obrigação, é o respeito que temos a todas as pessoas. Engenharia e tecnologia trabalhando juntas para que as pessoas consigam ir e vir com dignidade”, afirmou. Experiência que transforma Maria do Carmo Tourinho Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de Autismo (ABRA), mãe de um filho autista com necessidade de suporte, compartilhou os desafios da inclusão e a conciliação entre trabalho, acompanhamento institucional e cuidados familiares, em um período sem escolas inclusivas. Também destacou a importância da acessibilidade física, digital e tecnológica, da fiscalização e de iniciativas que alcancem os bairros e o interior, além das áreas centrais. Maria do Carmo Tourinho Ribeiro — “O interior do estado também precisa desse direito”, ao defender acessibilidade para todos os municípios Ao citar intervenções nas orlas de Aracaju e na Universidade Federal de Sergipe (UFS), defendeu que os direitos sejam garantidos em todo o estado. “O interior do estado também precisa desse direito. Tem que ser igual para todos”, afirmou. Sobre o combate ao preconceito, acrescentou: “A inclusão é feita na escola, mas a educação e o respeito vêm de casa”. Inclusão como política pública Camilla Feitosa Oliveira, secretária municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Aracaju, relatou sua trajetória como mulher com nanismo e deficiência visual degenerativa. Estudante de Jornalismo, massoterapeuta, palestrante e atleta de halterofilismo, contou que o esporte a ajudou a superar barreiras e ampliar suas possibilidades. À frente da secretaria, destacou a articulação com áreas como Turismo, Esporte e Lazer e Cultura para integrar ações e ampliar a acessibilidade nos serviços e espaços públicos. “Eu escolho não me limitar. Agora, tenho a missão de buscar inclusão e acessibilidade para o máximo de pessoas que eu consiga alcançar”, afirmou. Camilla Oliveira — “Eu escolho não me limitar”, ao destacar sua missão de ampliar a inclusão e a acessibilidade Acessibilidade desde o projeto Isadora Rodrigues Nascimento Santos, secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e pessoa com deficiência visual, ressaltou que uma cidade moderna precisa garantir circulação segura e autonomia, não apenas oferecer infraestrutura e tecnologia. Defendeu o desenho universal e a inclusão desde a concepção dos projetos, considerando as diferentes necessidades e as barreiras enfrentadas por cada pessoa. Isadora Santos — “Acessibilidade não é um favor, é um dever”, ao ressaltar a responsabilidade dos profissionais na aplicação das normas “Não podemos pensar em uma solução que seja única. Não está relacionada à condição individual de cada pessoa, mas à sua interação com as barreiras que encontra”, explicou. Ao encerrar, destacou a responsabilidade dos profissionais e dos conselhos na fiscalização e na aplicação prática das normas. “Acessibilidade não é um favor, é um dever. Não é secundária.” Responsabilidade profissional Daniel Faganello, representante do Confea no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), destacou que a falta de acessibilidade não decorre da ausência de legislação, mas da falta de consciência e da aplicação efetiva do conhecimento técnico. Com base em sua experiência como secretário municipal de urbanismo e planejamento na cidade de Concórdia (SC), defendeu que os profissionais tenham uma visão ampla do planejamento urbano e que os municípios contem com equipes técnicas capazes de desenvolver soluções integradas. Daniel Faganello — “A calçada é o palco da cidadania”, ao enfatizar a importância de rotas acessíveis no planejamento urbano Também ressaltou que a acessibilidade começa calçadas, muito antes das edificações. “O pouco bem feito é melhor do que o não feito”, afirmou. “A calçada é o palco da cidadania. Se o caminho falha, o acesso falha.” Para ele, cabe aos profissionais e aos conselhos contribuir para que as normas se traduzam em espaços públicos seguros, acessíveis e inclusivos.

Treinamento Profissional de adequação de edificações à acessibilidade.

No dia 08 de maio de 2026, foi realizada no auditório do INBEC uma imersão técnica voltada para a acessibilidade em edificações, capacitando profissionais para aplicar as normas vigentes com excelência e sensibilidade. O treinamento contou com a expertise do Engenheiro Civil Daniel Faganello, representante do CONFEA no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O evento também contou com a presença do Presidente do CREA-CE Leonardo Recamonde. Essa iniciativa faz parte do compromisso da atual gestão em oferecer formação de alto nível, garantindo que a engenharia cearense seja protagonista na construção de espaços democráticos e seguros para todos. Confira o vídeo no Instagram sobre o treinamento clicando aqui. A engenharia e a agronomia caminhando lado a lado com a cidadania. É o CREA-CE junto de você! Palestrante Engenheiro Civil Daniel Faganello, presidente do CREA-CE, convidados e participantes do Treinamento.

Engenheiro catarinense representa o Confea na ONU e defende papel da engenharia na promoção da acessibilidade

Engenheiro catarinense representa o Confea na ONU e defende papel da engenharia na promoção da acessibilidade A sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, recebeu nesta semana a 19ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP 19), um dos mais importantes fóruns internacionais dedicados à inclusão e aos direitos das pessoas com deficiência. Representando o Confea na comitiva brasileira, o engenheiro catarinense Daniel Faganello, diretor de Comunicação do CREA-SC, levou à ONU a defesa do papel da engenharia na construção de ambientes verdadeiramente inclusivos. Durante sua participação no Fórum da Sociedade Civil, Faganello destacou que a acessibilidade deve ser tratada como uma responsabilidade técnica e não apenas como obrigação legal. “A acessibilidade é um problema técnico e a engenharia tem o dever de resolvê-lo”, afirmou. Em sua manifestação, definiu a acessibilidade como a “viabilidade técnica da liberdade”, conceito que traduz a capacidade dos espaços construídos de garantir a participação plena de todas as pessoas. Segundo ele, a inclusão só se concretiza quando a engenharia incorpora, desde a concepção dos projetos, soluções que eliminem barreiras e ampliem a autonomia. “Precisamos perceber que cada degrau é uma ferramenta de exclusão”, enfatizou. Engenharia como agente de inclusão Faganello reforçou ainda a importância da participação das pessoas com deficiência nas decisões que impactam sua mobilidade e autonomia e destacou a necessidade de ampliar a cooperação internacional entre entidades para o compartilhamento de soluções inclusivas. A Delegação Oficial do Brasil reuniu-se ainda com a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, reforçando o compromisso com a promoção dos direitos das pessoas com deficiência e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à inclusão.

Crea-SC promove debate sobre mobilidade urbana e acessibilidade

Crea-SC promove debate sobre mobilidade urbana e acessibilidade Na terça-feira (05), o Crea-SC realizou o 9º Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade e o 1º Seminário Nacional de Acessibilidade, no Auditório do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), em Florianópolis. Com uma programação intensa, das 8h às 18h, o evento reuniu profissionais, autoridades e especialistas para discutir soluções que promovam cidades mais acessíveis, seguras e sustentáveis.   O coordenador da Comissão de Acessibilidade do Crea-SC, eng. civ. Daniel Faganello, deu as boas-vindas aos participantes e agradeceu ao Confea pela oportunidade de sediar, em Santa Catarina, o primeiro seminário nacional sobre o tema. “É uma honra receber em nosso estado o 1º Seminário Nacional de Acessibilidade. Esse diálogo é essencial para construirmos cidades e ambientes mais inclusivos”, destacou.  O presidente do Confea, eng. telecom. Vinicius Marchese, também participou online e elogiou o protagonismo catarinense na pauta da acessibilidade. “A acessibilidade e a mobilidade dependem diretamente da engenharia. Parabenizo o engenheiro Daniel Faganello pelo trabalho de destaque nacional nessa área e reforço que o Confea está à disposição para apoiar ações que fortaleçam a inclusão em todo o país.”   Em seguida,  o presidente do Crea-SC, eng. civ. Kita Xavier, parabenizou os organizadores e reafirmou o compromisso da gestão com a qualificação profissional e a colaboração social. Ele também agradeceu o apoio do prefeito Topázio e defendeu o fortalecimento de cargos técnicos como medida essencial para a melhoria da qualidade de vida e da segurança da sociedade.  Já a 1ª vice-presidente do Crea-SC, eng. civ. Kamila Rodrigues da Silva, destacou que o Regional vai além da fiscalização, atuando também na promoção de debates sobre cidadania e inclusão.“O Crea-SC tem o dever de contribuir para uma sociedade mais justa e acessível. Atuamos em parceria com diversos órgãos e investimos em iniciativas como o Seminário de Acessibilidade e a Cartilha de Acessibilidade, além de oferecer acesso gratuito às normas da ABNT aos profissionais”, afirmou.  Representando o prefeito de Florianópolis, o secretário municipal de Infraestrutura e Manutenção da Cidade, eng. Rafael Hanne, ressaltou a importância da sensibilidade técnica e humana no enfrentamento dos desafios urbanos. Ele apresentou os projetos em andamento na capital, como a triplicação da SC-401.  Ao encerrar as falas institucionais, o diretor de Benefícios da Mútua Nacional, eng. eletric. Evânio Ramos Nicoleit, reforçou a atuação da entidade em prol da inclusão e do bem-estar dos profissionais. “Não há como discutir acessibilidade e mobilidade sem envolver a engenharia, a agronomia e as geociências. A Mútua desenvolve programas de inclusão, combate à discriminação e apoio aos profissionais em todas as fases da vida.” Engenharia e inclusão em foco A programação técnica contou com palestras, painéis e minicursos conduzidos por especialistas. A palestra de abertura foi ministrada pelo eng. civ. Alexandre Schaffer, secretário estadual de Infraestrutura e Mobilidade, com o tema “Mobilidade Urbana e Acessibilidade”.  Na sequência, o eng. civ. Daniel Faganello apresentou “Além da Rampa: Inclusão e Engenharia na Criação de um Mundo sem Barreiras”, seguida da exposição do promotor de justiça Eduardo dos Santos, que abordou o papel do Ministério Público nas ações de mobilidade e acessibilidade urbana. O eng. mec. Elias Renã Maletz complementou o debate com reflexões sobre tecnologia assistiva.  À tarde, o evento contou com minicursos práticos ministrados pelos engenheiros Carlos Kümmel Félix, Estefânia Bordin e Silvania Miranda do Amaral, que trataram de temas como acessibilidade em edificações públicas, mobilidade urbana e inspeção predial acessível.  O encerramento foi marcado por um debate interativo entre palestrantes e participantes, reforçando a importância da engenharia como agente de transformação social e promotora de cidades mais humanas e inclusivas. Assista ao evento na íntegra: Fonte: Crea-SC Equipe de Comunicação do Confea

Cartilha de Acessibilidade é apresentada no Conade

Cartilha de Acessibilidade é apresentada no Conade Durante a 143ª Reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), realizada nesta semana, o engenheiro civil Daniel Faganello apresentou a Cartilha de Acessibilidade do Sistema Confea/Crea e Mútua. O documento, uma referência no tema, tem como objetivo orientar engenheiros e demais profissionais da construção civil na promoção de cidades mais inclusivas e acessíveis, alinhadas às normas técnicas e legislações vigentes. Em seu pronunciamento, o representante do Confea no Conade destacou a relevância da Cartilha de Acessibilidade como instrumento indispensável para a conscientização e capacitação dos técnicos da área. Segundo Faganello, o setor ainda enfrenta o desafio de suprir a carência de profissionais qualificados para atuar em acessibilidade, um mercado de trabalho que demanda cada vez mais especialistas. “A acessibilidade é um grande mercado de trabalho. Ainda não temos um número suficiente de profissionais qualificados na área. Por isso, é de fundamental importância conscientizar e profissionalizar nossos técnicos por meio do Sistema Confea/Crea. A Cartilha de Acessibilidade é um documento que precisa ser amplamente disseminado, alcançando o máximo de profissionais possíveis, para que possamos juntos construir ambientes mais inclusivos e sustentáveis,” afirmou. O engenheiro também demonstrou grande satisfação em apresentar o resultado do trabalho no Conade. Ele ressaltou que a cartilha é fruto de um extenso esforço iniciado em 2011 pelo Crea-SC e que, com o apoio do Confea, ganhou abrangência nacional. “Foi uma honra apresentar no Conade o resultado desse projeto, que começou há 15 anos no âmbito do Crea-SC e que hoje tem um impacto em nível nacional. Este é um marco na valorização da acessibilidade como parte essencial da engenharia e do planejamento urbano”, declarou. Destacou ainda o apoio do Sistema Confea/Crea e Mútua e a constante valorização do tema por meio de eventos, palestras e seminários. Faganello destacou que a acessibilidade beneficia toda a sociedade, indo além do suporte às pessoas com deficiência. “Quando se fala de acessibilidade, não é apenas sobre atender a pessoa com deficiência, a pessoa surda ou cega. Trata-se de todos nós. No futuro, cada um de nós que talvez venha a necessitar de um mundo mais acessível. Esse é um benefício universal,” pontuou. A publicação, que está disponível para download no site oficial do Confea, busca disseminar as melhores práticas e promover reflexões sobre a construção de cidades inclusivas, reforçando o compromisso do Sistema Confea/Crea e Mútua com a qualificação técnica e a promoção da acessibilidade no Brasil.  Leia mais:  Painel no Encontro de Líderes apresenta Cartilha de Acessibilidade

Treinamento Profissional de adequação de edificações à acessibilidade.

Treinamento Profissional de adequação de edificações à acessibilidade. No dia 08 de maio de 2026, foi realizada no auditório do INBEC uma imersão técnica voltada para a acessibilidade em edificações, capacitando profissionais para aplicar as normas vigentes com excelência e sensibilidade. O treinamento contou com a expertise do Engenheiro Civil Daniel Faganello, representante do CONFEA no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O evento também contou com a presença do Presidente do CREA-CE Leonardo Recamonde. Essa iniciativa faz parte do compromisso da atual gestão em oferecer formação de alto nível, garantindo que a engenharia cearense seja protagonista na construção de espaços democráticos e seguros para todos. Confira o vídeo no Instagram sobre o treinamento clicando aqui. A engenharia e a agronomia caminhando lado a lado com a cidadania. É o CREA-CE junto de você! Palestrante Engenheiro Civil Daniel Faganello, presidente do CREA-CE, convidados e participantes do Treinamento.

Conselheiro do Crea-SC presente na 18ª Sessão da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência que ocorre em Nova Iorque

O conselheiro Eng. Daniel Faganello, representante do Confea no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), participa da 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP18), promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), entre os dias 10 e 12 de junho de 2025, em Nova Iorque. Já nesta segunda-feira, 9.06, o engenheiro esteve presente no Fórum da Sociedade Civil, que antecede a conferência, atuando como articulador de propostas da sociedade civil brasileira e compartilhando experiências com representantes de diversos países. Assista aqui ao evento de hoje. O evento é considerado uma das principais plataformas mundiais de debate e monitoramento da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Representantes de governos, organizações da sociedade civil e especialistas do mundo inteiro discutem estratégias de promoção da inclusão e garantia de direitos humanos. O engenheiro Faganello diz que é uma satisfação estar representando o Confea, que após alguns anos está novamente participando da Conferência. “Devemos especializar nossos profissionais desde a universidade. Conclamo a todos os países que assinam a convenção da ONU para que pratiquem isso. Coloquem nas grades curriculares dos profissionais não apenas a questão da acessibilidade, mas a questão da empatia e de se identificar com a causa.” O engenheiro falou ainda sobre a situação das edificações existentes e das regularizações, onde é necessário que haja fundos governamentais com juros baixos para que as estruturas existentes e os proprietários possam financiar e adequar para garantir a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade. Com o tema “Aumentar a conscientização pública sobre os direitos e as contribuições das pessoas com deficiência para o desenvolvimento social”, a COSP18 busca ampliar o debate sobre políticas públicas e boas práticas em áreas como acessibilidade, educação, trabalho, saúde e tecnologias assistivas. Estão entre os subtemas: empoderar pessoas com deficiência e aprimorar políticas de desenvolvimento social por meio de financiamento inovador; usar a IA como ferramenta de apoio à inclusão para fortalecer a participação de pessoas com deficiência; reconhecer e abordar os direitos das pessoas indígenas com deficiência e seu papel no avanço da inclusão da deficiência. Como único representante da sociedade civil catarinense no evento, Faganello levará à conferência reflexões sobre a importância do ensino da acessibilidade desde a formação universitária, além de propostas para financiamento subsidiado que permitam a adequação de edificações existentes, entre outras iniciativas voltadas à inclusão. A atuação do profissional na COSP18 reforça o compromisso do Sistema com os direitos humanos e com a promoção de uma engenharia voltada ao bem-estar social.

Confea no fórum da ONU sobre direitos das pessoas com deficiência

O Confea marcou presença nesta segunda-feira (9) no Fórum da Sociedade Civil da 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP18). A agenda acontece na sede das Nações Unidas, em Nova York, EUA, entre 10 e 12 de junho. Especialista no tema da acessibilidade e representante do Confea no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), o engenheiro civil Daniel Faganello, proferiu discurso durante o evento. Ele destacou a relevância da engenharia na construção de uma sociedade acessível, inclusiva e equitativa. “A acessibilidade nasce na prancheta. É no campo da engenharia e do projeto arquitetônico que decidimos quem poderá circular, acessar e participar de um espaço”, afirmou Faganello, ao defender que a atuação ética dos profissionais da engenharia é fundamental para garantir ambientes urbanos mais inclusivos. Faganello reforçou ainda o papel da engenharia como ferramenta capaz de derrubar barreiras não somente físicas, mas também comportamentais e de comunicação, desde que orientada por uma perspectiva de equidade social. Ele também ressaltou a importância da formação de engenheiros com empatia, destacando que acessibilidade deve ser um tema transversal no ensino superior e não um complemento tardio. Outro ponto de destaque foi o alerta para os desafios de adaptação das edificações já existentes, sobretudo em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, onde as limitações econômicas dificultam a realização de reformas para inclusão. Para ele, é urgente que os governos adotem políticas públicas que ofereçam financiamento acessível, com juros reduzidos e suporte técnico, como forma de garantir os direitos das pessoas com deficiência à participação plena na vida social, cultural e profissional. A participação do Confea na COSP18 reforça o compromisso institucional do Sistema Confea/Crea com a Agenda 2030 no sentido de promover acessibilidade, equidade e inclusão nos campos da engenharia, agronomia e geociências. Além do engenheiro Daniel Faganello, participam da missão do Confea, a conselheira federal e engenheira civil Carmen Petraglia e a gerente de Relacionamentos Institucionais do Confea, Mônica Lannes. Informações: Gerência de Relacionamentos Institucionais do Confea

Catarinense representou SCatarina na ONU em defesa da Inclusão e Acessibilidade

O engenheiro civil concordiense Daniel Faganello marcou presença esta semana na 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP18), realizada na sede da ONU, em Nova York. Representando o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), Faganello levou à conferência temas centrais como acessibilidade, empoderamento social e financiamento inovador para políticas inclusivas, com foco no planejamento urbano acessível. No Fórum da Sociedade Civil, defendeu a inclusão da acessibilidade nos currículos universitários e a criação de linhas de crédito subsidiadas para adaptação de edificações. Único representante da sociedade civil catarinense no evento, Faganello ressaltou a importância de levar a perspectiva regional de Concórdia ao debate global sobre os direitos das pessoas com deficiência.

Reunião Plenária do Crea-SC com lançamento da nova edição do Manual de Fiscalização da Câmara de Civil

Acompanhe ao vivo a 942ª reunião Plenária do CREA-SC pelo canal do Youtube. Conduzida pelo presidente engº Kita Xavier, a sessão teve além dos diretores e conselheiros a participação do vice-presidente da Mútua nacional, eng. Evânio Nicoleit, da coordenadora da regional Sul do Confea, engª Caroline Burtet e da diretora financeira da Mutua-SC, engª Roberta Maas dos Anjos. Na ocasião foi homenageado o conselheiro engº Daniel Faganello, representante do Confea no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), que participou da 18ª Sessão da Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (COSP18), promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), entre os dias 10 e 12 de junho. Foi lançada na reunião a edição revisada do Manual de Fiscalização da Câmara Especializada de Engenharia Civil. O conselheiro Faganello agradeceu à sua entidade AECOM-Associação de Engenheiros e Arquitetos de Concórdia e Microrregião, ao Crea-SC e Confea pelas indicações para a representação e destacou que o conselho federal um dos únicos órgãos de engenharia do mundo a participar. “Levamos a necessidade da especialização dos profissionais, desde a graduação”, disse. “Aproveitando que temos os conselheiros representantes de universidades, e ainda os coordenadores do programa CreajrSC, é fundamental que tenhamos a especialização dos profissionais que já estão no mercado, fazendo uma acessibilidade que vá além do cumprimento das normas.” Lançamento do Manual de Fiscalização da Civil – Durante a sessão foi lançada a edição revisada e atualizada do Manual de Fiscalização da Câmara Especializada de Engenharia Civil. A publicação reúne os principais procedimentos, orientações e bases legais que norteiam a atuação dos agentes fiscais, padronizando e qualificando as ações de fiscalização realizadas no estado. O presidente do CREA-SC, Eng. Kita Xavier, destacou que a nova edição do manual de fiscalização fortalece o papel do Conselho e orienta o trabalho dos agentes fiscais, contribuindo para o desenvolvimento da profissão, proteção do meio ambiente e saúde pública. A revisão técnica foi coordenada pela Câmara Especializada de Engenharia Civil e aprimora procedimentos administrativos, critérios de autuação e estratégias de fiscalização, valorizando a atuação profissional ética e qualificada. Foram parabenizados ainda os profissionais das engenharias de Minas, Florestal, Sanitária e Aquicultura pelas datas comemorativas em julho, dias 10,12, 13 e 14.07.

Curso no ENA

Revisão da Cartilha de Acessibilidade do CREA-SC e promoção nacionalmente da mesma na Semana Oficial de Engenharia e Agronomia e em vários municípios de Santa Catarina.

Encontro em Porto Alegre/RS

Encontro em Porto Alegre/RS – 6ª Conferência Estadual dos Direitos da pessoa com Deficiência…

Coordenador da Comissão de Acessibilidade do CREA

Revisão da Cartilha de Acessibilidade do CREA-SC e promoção nacionalmente da mesma na Semana Oficial de Engenharia e Agronomia e em vários municípios de Santa Catarina.

Campanha de acessibilidade

Como Secretário de Planejamento do Município de Concórdia, foi possível disponibilizar material para a Campanha de Acessibilidade do CREA-SC

Revisando a cartilha de acessibilidade

Em 2024, nova revisão da Cartilha de Acessibilidade do CREA-SC para a atualização frente às normas atuais.

Quinta conferência

ㅤMembro da Comissão de Infraestrutura da 5ª Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência em Brasília – 14, 15, 16 e 17 de julho de 2024.
Responsável pela definição de espaços e vistoria de hotéis para hospedagem dos participantes. A comissão de infraestrutura foi nomeada em diário oficial da união pela RESOLUÇÃO Nº 2, DE 24 DE MAIO DE 2023 e composta pelas seguintes associações da sociedade civil e governamentais: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – CONFEA, Organização Nacional de Entidades de Pessoas com Deficiência Física – ONEDEF e Retina Brasil como sociedade civil e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Cultura e Ministério das Mulheres como governo.

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